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  O deputado Mauro Savi liderava um esquema no Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso (Detran-MT)  
  01/09/2017 - 20:55  
 O deputado Mauro Savi liderava um esquema no Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso (Detran-MT) para desviar dinheiro da autarquia através de uma empresa de consultoria. A informação foi passada por Silval Barbosa aos procuradores da Procuradoria Geral da República. 
olhardireto

 O deputado Mauro Savi liderava um esquema no Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso (Detran-MT) para desviar dinheiro da autarquia através de uma empresa de consultoria. A informação foi passada por Silval Barbosa aos procuradores da Procuradoria Geral da República.

Segundo o ex-governador, Savi escondeu de Silval sobre a existência do esquema, mas para garantir a sustentabilidade do negócio falava aos servidores do Detran que Barbosa também recebia uma parte do dinheiro da propina. As informações foram passadas a Silval pelo seu irmão, Antônio da Cunha Barbosa Filho, que também assinou fez delação.

“Na ocasião, lhe foi relatado que existiria um esquema de retorno ilícito de valores ilícitos relacionados à empresa que gerenciava o sistema de lacre do DETRAN para o deputado Mauro Savi, que se utilizava de uma empresa de consultoria para receber tais valores”, consta em trecho do documento.

As informações foram reveladas a Antônio Barbosa por um servidor do alto escalão do governo que atuava na Casa Civil. Em seguida, Antônio Barbosa questionou o irmão sobre o esquema e Silval respondeu que Savi “não repassava nada”. Em seguida, o ex-governador determinou que Antônio receberia o valor da propina.

“O colaborador Antônio Barbosa chegou a receber uma, duas ou três vezes repasses em dinheiro em espécie. Os valores recebidos foram de um total aproximado de R$ 210 mil.”, afirma outro trecho da transcrição da delação de Antônio Barbosa.

Depois de certo período, a propina foi paga diretamente pela empresa de consultoria à Antônio Barbosa. Segundo ele, os repasses feito pela empresa de consultoria que atuava no Detran giraram em torno de R$ 400 mil a R$ 500 mil, desse valor metade era repassada ao deputado Mauro Savi.

Outro lado

Em nota, o parlamentar negou as acusações e afirmou que Silval não tem provas contra ele e que não é investigado pela PGR. Veja a nota completa: 

"O deputado estadual Mauro Savi esclarece que não está na lista de investigados do procurador-geral da República (PGR), Rodrigo Janot, sobre possíveis casos de corrupção em Mato Grosso, denunciadas a partir das declarações do ex-governador Silval Barbosa (PMDB).
                                                                                                                                            O parlamentar lembra que a citação quanto a seu nome não possui nenhuma prova, tratando de informações prestadas em termo de colaboração premiada. O deputado se coloca a disposição da justiça para qualquer esclarecimento."



Fonte: olhardireto



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