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  PF isenta Riva de planejar mortes em MT  
  01/09/2017 - 19:33  
 A Polícia Federal de Mato Grosso já teria detectado que as mensagens que revelavam um suposto plano do ex-presidente da Assembleia Legislativa José Riva, para pôr fim à vida do irmão do ex-governador Silval Barbosa, Antônio da Cunha Barbosa Filho, o Toninho Barbosa, e do deputado estadual Mauro Savi (PSB), além de simular um atentado contra ele próprio, seriam falsas. Agora, a PF busca saber quem seriam os responsáveis e quais motivos levaram a trama.  
Diário de Cuiab

A Polícia Federal de Mato Grosso já teria detectado que as mensagens que revelavam um suposto plano do ex-presidente da Assembleia Legislativa José Riva, para pôr fim à vida do irmão do ex-governador Silval Barbosa, Antônio da Cunha Barbosa Filho, o Toninho Barbosa, e do deputado estadual Mauro Savi (PSB), além de simular um atentado contra ele próprio, seriam falsas. Agora, a PF busca saber quem seriam os responsáveis e quais motivos levaram a trama. 

 

De acordo com o relatório parcial das investigações, que ainda estão em andamento, às mensagens que foram enviadas para Toninho Barbosa e Mauro Savi foram montadas. A PF não descarta que o celular do ex-deputado possa ter sido clonado pelos responsáveis. 

A defesa de José Riva já teria sido comunicada sobre o caso, o que anula qualquer suspeita ou até um pedido de prisão contra o ex-parlamentar. Em abril deste ano, Mauro Savi comunicou o governador Pedro Taques (PSDB) a respeito de um possível plano para matá-lo.

Diante disso, Taques chamou o secretário de Estado de Segurança Pública (Sesp) Rogers Jarbas, que, no mesmo dia (4 de abril), emitiu um despacho para o serviço de inteligência da Sesp abrir investigação sobre o caso. Porém, em junho deste ano, o caso foi arquivado por falta de provas. 

José Riva chegou a ter o seu sigilo telefônico quebrado durante as investigações, que não encontraram nenhum indício sobre o caso. O suposto plano veio à tona após o fim do sigilo na delação premiada de Toninho Barbosa, que relatou o caso à Policia Federal em maio deste ano. 

O irmão de Silval anexou em seu depoimento, mensagens de outra pessoa, que entrou em contato com o delator, e enviou conversas, onde mostrava a ordem para matá-lo e que seria de José Riva. Em uma das mensagens dizia: “chefe, a ordem é passar fogo nesse sujeito”, “olha a foto e veja quem é, se é dos meus”, e, em seguida, uma foto de Antônio (Toninho). “Ele está desesperado e capaz de fazer qualquer coisa, só não entendi o porquê do seu nome na lista que tive acesso”, teria prosseguido o remetente, ainda em referência a Riva. 

No dia do depoimento, Toninho alega que continuou recebendo os prints de uma conversa entre um contato salvo como “José Riva” e um interlocutor desconhecido. A seguir, a seguinte conversa é narrada por ele. 

José Riva: “Precisamos conversar sobre o ex-governador e seu irmão e o Mauro e preciso antes de sair da cadeia”, dizia a mensagem. 

Interlocutor: “É sobre aquele assunto? Perfeitamente, estamos aguardando seu sim”. Na sequência, o tal José Riva e o contato acertaram que “Ricardinho” estaria pronto para atuar e fizeram menções a armas, “uma .40 e 2 380”. 

Como resposta, o interlocutor disse: “Fechado. Em relação ao irmão do ex-governador é pra sentar chumbo nele, é isso. Tenho aqui toda a relação de onde ele anda, o que faz, aonde vai a família, vou seguir o combinado”. Por fim, o tal Riva respondeu: “Se ele desconfiar, acerta ele, senão depois será mais difícil. O Mauro, bem. Também”. 

OUTROS CASOS

Não é a primeira vez que casos como este ocorrem. Em 2015, foi criado a Operação Forti na Policia Civil para investigar um suposto plano para atentar contra o governador Pedro Taques e que o mandante seria o ex-bicheiro João Arcanjo Ribeiro. Hoje se sabe que o caso era uma "estória cobertura" para quebrar o sigilo telefônico de algumas pessoas. 

No mesmo ano, o deputado estadual Zeca Viana (PDT) foi investigado por conta de uma denúncia anônima que informava que ele teria contratado um pistoleiro para matar o ex-secretário da Casa Civil, Paulo Taques, e sua esposa, Andrea Dias Taques.  A denúncia chegou via e-mail ao Gabinete do Governador, no dia 12 de março de 2015, e acabou sendo arquivado por falta de provas. Todo o caso ocorreu em segredo de Justiça pelo suposto envolvimento de um parlamentar, inclusive para o próprio deputado. 



Fonte: PABLO RODRIGO Diário de Cuiabá



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