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  Polícia Civil prende em Sinop mais um gerente acusado de desviar milhões de empresa - See more at: http://www.sonoticias.com.br/noticia/policia/polici  
  08/05/2017 - 20:47  
 O delegado explicou que ele não foi preso em março, quando a operação foi deflagrada, pois a polícia ainda não tinha elemento suficientes contra o suspeito.  
foto: Só Notícias

 O mandado de prisão foi cumprido no interior da sede de uma empresa de metalurgia, em Sinop, hoje. O delegado de Sorriso, Bruno Abreu (foto), confirmou, ao Só Notícias, que este outro gerente também está envolvido na organização criminosa que teria desviado cerca de R$ 15 milhões do empreendimento. Ele vinha sendo investigado no âmbito da operação “Confidere”. Segundo Abreu, foram realizados depósitos na conta particular do suspeito em relação a venda de produtos da empresa. “Ficou comprovado que ele também participa e foi preso hoje dentro da empresa”.

O delegado explicou que ele não foi preso em março, quando a operação foi deflagrada, pois a polícia ainda não tinha elemento suficientes contra o suspeito. Logo depois, ocorreram mais escutas telefônicas e também foi colhido o depoimento de uma testemunha. “Com isso, surgiram provas contundentes contra este gerente que também estaria envolvido no esquema”.

Ao todo, a Polícia Civil denunciou 22 pessoas. Elas vão responder aos crimes de lavagem de dinheiro, sonegação fiscal, furto, receptação, organização criminosa, falsidade ideológica e falsa identidade.

Além de Sinop e Sorriso, a operação também se espalhou por Alta Floresta, Tangará da Serra e Rondonópolis - todas as cidades onde a empresa atua. O delegado de Sinop, Ugo Ângelo Reck de Mendonça, é o responsável por este inquérito.

Entre os indiciados estão os cinco gerentes da empresa, inclusive um deles apontado como o líder da quadrilha e gerente de vendas da empresa, além de receptadores e parentes dos envolvidos. O principal articulador do esquema, um dos gerentes da empresa, além dos crimes de organização criminosa e furto, foi indiciado por lavagem de dinheiro juntamente com a sogra, que teve um carro comprado com o dinheiro movimentado da conta corrente dela e depois colocado em seu nome.

Conforme o delegado Bruno Abreu, o material apreendido revelou provas contundentes contra o ex-gerente, como canhoto de cheques e planilhas, referente a  valores repassados a integrantes e  recebidos dos receptadores. Foram encontrados comprovantes de mais de R$ 200 mil em móveis. Somente na compra de uma casa foi transferido R$ 1,250 milhão de sua conta bancária. Na decoração da casa, gastou mais de R$ 30 mil na compra de cortinas. Houve apreensão de comprovantes da compra de relógios de mais 30 mil, sofá de R$ 22 mil e R$ 60 mil, em utensílios domésticos e eletrônicos.

Isso, segundo os delegados, são apenas alguns detalhes da vida de luxo que o principal articulador do esquema levava. O inquérito policial foi finalizado com cinco volumes de provas coletadas nas investigações, depoimentos e interrogatórios dos envolvidos.

Na investigação, a Polícia Civil pediu o sequestro de mais de R$ 7 milhões em bens móveis e imóveis, que teriam sido adquiridos pela organização criminosa. São casas, automóveis, terrenos e até uma fazenda, comprados pelos principais envolvidos, os cinco funcionários da empresa de fabricação e exportação de aço e metal.

Durante a operação, em Sinop, a Polícia Civil apreendeu duas motocicletas BMW, uma moto Kavasaki  dois automóveis BMW, sendo um avaliado em R$ 200 mil; uma Toyota Hilux nova no valor de R$ 190 mil; uma Saveiro Cross; um Pálio Atractive e uma GM S-10.

A maioria dos bens estava em nome do gerente de vendas, apontado como o líder da quadrilha, que também têm casas e outros imóveis na região, como fazenda e terrenos.

A investigação iniciou em janeiro deste ano, depois de denúncia da empresa por suspeita de que gerentes de alta confiança do estabelecimento estariam desviando materiais, por meio do cancelamento de notas fiscais. O prejuízo ultrapassa os R$ 15 milhões.

Conforme Só Notícias já informou, foram detectadas 1.200 notas fiscais emitidas e canceladas pela empresa credora no período de 2 anos, totalizando mais de R$ 13,5 milhões em mercadorias supostamente devolvidas ou desistência de  compras.



Fonte: Só Notícias



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