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  Você viu? A 'delação do fim do mundo' e outras notícias da semana  
  15/04/2017 - 08:19  
 Veja os nomes dos alvos de inquéritos autorizados pelo ministro do STF a partir da chamada 'lista de Janot'. Saiba as suspeitas e o que dizem os investigados. 
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Políticos alvos de inquéritos determinados pelo ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no STF  (Foto: Editoria de Arte/G1)

Políticos alvos de inquéritos determinados pelo ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no STF (Foto: Editoria de Arte/G1)

 

O ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, autorizou a Procuradoria Geral da República (PGR) a investigar 8 ministros, 3 governadores, 24 senadores e 39 deputados. Os pedidos se baseiam na chamada lista de Janot, feita com base em delações de ex-executivos da Odebrecht.

 

Veja os nomes:

 

 

Eliseu Padilha (PMDB), ministro da Casa Civil

 

 
 
 

Marcelo Odebrecht revela repasse de R$ 10 milhões ao PMDB em 2014

Qual a suspeita: Segundo delação de Marcelo Odebrecht, Padilha cobrava propinas para irrigar campanhas eleitorais do PMDB envolvendo concessão de aeroportos.

O que ele diz: A defesa do ministro-chefe da Casa Civil, representada pelo criminalista Daniel Gerber, afirma que todo e qualquer conteúdo de investigações será debatido exclusivamente dentro dos autos.

 

Gilberto Kassab (PSD), ministro da Ciência e Tecnologia

 

 
 
 

Kassab vai ser investigado por receber vantagens como prefeito e ministro

Qual a suspeita: Segundo depoimentos de Benedicto Barbosa da Silva Júnior e Paulo Henyan Yue Cesena, ele recebeu R$ 20 milhões em vantagens indevidas no período de 2008 e 2014, por suas condições como prefeito de São Paulo e ministro das Cidades. Segundo declarações de Carlos Armando Guedes Paschoal e Roberto Cumplido, foi um dos beneficiários de vantagem indevida paga a agentes públicos em obras viárias de São Paulo em 2008.

O que ele diz: "O ministro confia na Justiça, ressalta que não teve acesso oficialmente às informações e que é necessário ter cautela com depoimentos de colaboradores, que não são provas. Reafirma que os atos praticados em suas campanhas foram realizados conforme a legislação."

 

Wellington Moreira Franco (PMDB), ministro da Secretaria-Geral da Presidência

 

 
 
 

Marcelo Odebrecht revela repasse de R$ 10 milhões ao PMDB em 2014

Qual a suspeita: Segundo delação de Marcelo Odebrecht, Moreira Franco cobrava propinas para irrigar campanhas eleitorais do PMDB envolvendo concessão de aeroportos.

O que ele diz: A assessoria do ministro informa que ele não vai comentar o assunto

 

Bruno de Araújo (PSDB), ministro das Cidades

 

Qual a suspeita: Segundo as delações de João Antônio Pacífico Ferreira, Benedicto Barbosa da Silva Júnior, Cláudio Melo Filho e Luiz Eduardo da Rocha Soares, Araújo recebeu repasses não contabilizados de R$ 600 mil da Odebrecht entre 2010 e 2012 a pretexto de doação eleitoral, quando era deputado federal. De acordo com o inquérito, ele agiu em defesa dos interesses da empresa no Congresso e é suspeito de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e corrupção ativa.

O que ele diz: "De acordo com a legislação eleitoral, solicitei doações para diversas empresas, inclusive a Odebrecht, como já foi anteriormente noticiado. O sistema democrático vigente estabelecia a participação de instituições privadas por meio de doações. Mantive uma relação institucional com todas essas empresas.Em todo o meu mandato, sempre atuei em prol de interesses coletivos. Atuei de acordo com a minha consciência."

 




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