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  Pagot e Eder Moraes serão ouvidos sobre pagamento de propina para campanha de Blairo  
  14/04/2017 - 18:43  
 Em seu pedido de abertura de inquérito civil contra o ministro da Agricultura, Blairo Maggi (PP), e que já foi acatado pelo ministro do STF Edson Fachin, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, determina que Eder Moraes e Luiz Antônio Pagot prestem depoimentos para explicarem sobre a suposta cobrança de propina para a campanha de reeleição de Blairo ao governo do Estado em 2006. 
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O ministro da Agricultura, o senador licenciado Blairo Maggi (PP), foi citado pelo delator da Odebrecht, João Antônio Pacífico Ferreira, de ter recebido dinheiro de caixa dois da empreiteira no valor de R$ 12 milhões para campanha ao Governo do Estado em 2006.

Blairo, nesse período, buscava à reeleição, já que foi eleito pela primeira vez chefe do executivo estadual em 2003.

Segundo Pedro Leão, outro delator da construtora, o ex-secretário da Casa Civil, Eder Moraes, o teria procurado pedindo em torno de R$ 12 milhões em abril ou maio de 2006.

De acordo com Leão, o pedido do então secretário teria o aval de Blairo Maggi, que na época estava no PR.

Pedro Leão levou o pedido de Eder Moraes a João Pacífico, que teria autorizado a liberação milionária por meio do departamento de propina da Odebrecht.

O pagamento feito para a campanha de Blairo teve o nome de ‘caldo’, numa referência ao caldo Maggi.

Porém, o delator deixa claro que o assunto do pagamento de caixa dois para campanha nunca teria sido tratado direto com Blairo, mas sugere que Maggi teria conhecimento de que estaria recebendo o recurso por causa da quantia repassada.

Segundo Pacífico, a maioria dos pagamentos teria sido feito por meio de doleiros, em São Paulo.

Maggi é um dos ministros de Michel Temer (PMDB) que deve ser investigado pelo Supremo Tribunal Federal. O nome dele aparece na lista do ministro Edson Fachin.

Veja abaixo, o depoimento de João Pacífico aonde ele detalha como isso aconteceu.

Outro lado

Em outras oportunidades, Blairo Maggi (PP) nega que tenha cometido irregularidades e diz lamentar por também não ter como se defender dessas acusações.

 



Fonte: mato grosso mais



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