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  “MORRE O HOMEM E FICA A FAMA.” ASSIM SERÁ COM NIVALDO ARAUJO!  
  18/09/2014 - 20:33  
 Assim é sem dúvida a história real de grandes personalidades que nasceram como quaisquer outros seres humanos, mas no curso da vida se transformaram em grandes vultos, personalidades inesquecíveis. 

Assim é sem dúvida a história real de grandes personalidades que nasceram como quaisquer outros seres humanos, mas no curso da vida se transformaram em grandes vultos, personalidades inesquecíveis. Alguns desses seres privilegiados, especiais conseguiram tal destaque social em vida que após a morte, ganharam statuas, nomes de avenidas, pontes, ruas, praças públicas e até capitais de estado, eternizaram o nome de grandes figuras públicas, a exemplo da capital do Acre. O personagem principal desse nosso singelo artigo, Dr. Nivaldo de Araújo, brilhante economista, recentemente falecido em decorrência de um trágico acidente de automóvel, quando viajava da Guia para Cuiabá, na companhia da sua amada e companheira, Simone de Moura, bem como de uma das suas filhas, Manuelly Alencastro (Manu), que só por um milagre de Deus também não morreram. Pois bem, como se sabe, Dr. Nivaldo de Araújo, que após ter quatro acidentes vasculhares cerebrais (AVC), e de ficar entre a vida e a morte na UTI do hospital onde foi internado nos diferentes períodos das suas terríveis crises de saúde, aquele homem forte, dotado de uma incrível força de vontade de viver, foi aos poucos se recuperando e de forma surpreendente, inacreditável, desmoralizou a morte e sobreviveu a tudo. Vale acrescentar aqui e agora, que além da terrível doença da qual foi acometido, Nivaldo também suportou profundas decepções de ordem pessoal, que não vale a pena aqui, comentar tais tormentos, especialmente no momento em que seus familiares imediatos, bem como seus muitos amigos sofrem a dor da sua perda. O que temos que fazer agora, é acalentar a esperança que nosso “Dundum” (pseudônimo) pelo qual era tratado pelo inseparável irmão e confidente Ronaldo Luiz, seu advogado preferido, mais conhecido por todos pela alcunha “Nik”, esteja em bom lugar. Acrescente-se à lista de pessoas queridas, seus amigos íntimos e também seus familiares do clã Araujo. Todos os seus próximos, oram contritos para que ele esteja em paz ao lado de Deus, desfrutando do sossego e da harmonia celestial que por certo lhe está sendo oferecido no céu pelo criador de todas as coisas, o defensor dos oprimidos aqui na terra. Nosso Nivaldo teria completado mais um ano de vida no próximo e passado dia 15 de Setembro, quando todos nós, seus amigos, familiares e sua amada Simone Moura, companheira na vida e na morte, estávamos planejando fazer uma bela serenata para homenageá-lo na significativa data, lá nos seus domínios, na sua bela chácara, situada próximo ao Distrito do Aguaçú, onde ele tanto gostava de ficar descansando e refletindo os porquês de tantos desencontros e desencantos na sua vida em família. Dias antes da sua morte, (vou falar na primeira pessoa), eu Lúcio, Dr. Ronaldo Araujo (Nik), o seu inseparável irmão, passamos um dia inteiro confabulando, contando estórias e histórias, e não consigo entender por que Dundum me dizia que existiam quatro coisas importantes na sua vida, e assim retemperou: “Minhas filhas, a Chácara Águas de Santa Rita de Cássia, minha amada companheira Simone, a mulher que carinhosamente e com muita paciência fez com que minha auto-estima se recuperasse, bem como meus sinceros amigos”. Sentado numa cadeira de balanço e eu deitado numa rede, ele olhando para mim falou assim; “meu amigo e companheiro de todas as horasm, caro Lúcio, se um dia eu me for para o andar de cima uma hora dessas fora do combinado, quero que você transmita para nossa galera tudo isso que estou lhe falando”. Só me recordo de ter dito em resposta ao comentário dele o seguinte: “Fica frio Dundum”. Pra concluir vale acrescentar só uma coisa: quem sabe Nivaldo não venha ter seu nome lembrado pelos “donos do poder”, a ponto de erguer uma estátua, em praça alguma, mas certamente nós, os seus legítimos e leais amigos, vamos construir uma capela que se chamará Santa Rita de Cássia em sua chácara, para quando formos lá curtir o prazer de nadar na cristalina água do rio que fica a menos de vinte metros da varanda da casa em que ele amava passar os fins de semana, também rezar pela sua alma. Quando ele vier nos brindar com suas costumeiras aparições, todos nos rogaremos para se lembrar de interceder em nossa defesa junto ao criador. Isso é o que desejamos fazer sempre, e vamos cumprir rigorosamente o que prometemos juntos ou separados.

Caríssimo Nivaldo seus amigos nunca vão lhe esquecer, certamente! Pois não é? Saudades Dundum!

































































































































































































































































Ivaldo Lúcio           

 



Fonte: Ivaldo Lúcio



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