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  Tráfico de pessoas e exploração sexual são preocupação em eventos esportivos  
  01/02/2014 - 14:38  
 Luis CdeBaca, embaixador-geral dos EUA para o tráfico de pessoas, diz que a exploração sexual “ocorre todo dia em todos os países do mundo, e estima-se que cerca de 27 milhões de homens, mulheres e crianças sejam vítimas desse crime”. 



Luis CdeBaca, embaixador-geral dos EUA para o tráfico de pessoas: “Cada ser humano vivendo sob o jugo da escravidão moderna é vítima de um tipo de exploração que não tem lugar no século 21.” (AFP)

SANTO DOMINGO, República Dominicana – Grandes eventos esportivos, como o Super Bowl deste fim de semana e a Copa do Mundo de 2014, são alvos de tráfico de pessoas e exploração sexual, disseram parlamentares norte-americanos em uma audiência com o objetivo de aumentar a conscientização sobre o problema.“Com base na experiência do passado, sabemos que qualquer evento esportivo, especialmente o Super Bowl, funciona como um ímã para a exploração sexual”, disse Christopher H. Smith, deputado do Partido Republicado pelo estado de Nova Jersey e presidente da Subcomissão do Congresso sobre África, Saúde Global e Direitos Humanos.O painel, promovido menos de uma semana antes do Super Bowl XLVIII, foi realizado em East Rutherford, no estado norte-americano de Nova Jersey, destacando o lado mais frágil de um dos eventos esportivos mais vistos do mundo.Grupos da sociedade civil e autoridades da região de Nova York-Nova Jersey estão trabalhando em campanhas para promover a conscientização, incluindo a instalação de cartazes e a exibição de vídeos em terminais de ônibus, aeroportos e estações de trem.O procurador-geral interino de Nova Jersey, John J. Hoffman, montou uma força-tarefa com agências federais, estatais e locais, além de assistentes sociais e outros profissionais, para investigar supostos anúncios de prostituição.“Fizemos uma lista, basicamente, de todos os prestadores de serviços com que as pessoas que vêm ao Super Bowl têm contato”, disse. “Estaremos de olho em suas atividades para detectar possíveis vítimas desse crime.”O Departamento de Polícia de Nova York informou que deteve 200 pessoas suspeitas de crimes ligados à exploração sexual nas últimas duas semanas. O departamento tem unidades especialmente treinadas em processos sobre crimes sexuais.Embora a audiência de 27 de janeiro tenha se concentrado em grande parte no Super Bowl, também buscou orientar sobre os problemas que surgem em eventos esportivos internacionais, como os Jogos Olímpicos de Inverno de Sochi e a Copa do Mundo do Brasil.O Relatório de 2013 sobre Tráfico de Pessoas do Departamento de Estado dos EUA classifica a Rússia, onde as Olimpíadas de Inverno serão realizadas, a partir de 7 de fevereiro, como um país de Categoria 3, o ranking mais baixo. Isso significa que o país não cumpre os requisitos mínimos sobre tráfico de pessoas e não está realizando avanços.O mesmo relatório apontou o Brasil, que sediará a Copa do Mundo a partir de junho, como um país de Categoria 2, destacando que “um número significativo de mulheres e crianças brasileiras é sexualmente explorado dentro do país”.Luis CdeBaca, embaixador-geral dos EUA para tráfico de pessoas, disse que o Brasil tenta enfrentar o problema. O Ministério da Justiça e grupos de combate ao tráfico estão trabalhando juntos em campanhas de conscientização, afirmou CdeBaca.“Por exemplo, no ano passado o governo do Distrito Federal firmou uma parceria com voluntários do Exército da Salvação para distribuir 20.000 panfletos sobre tráfico de pessoas aos torcedores de jogos da Copa das Confederações, uma campanha que está sendo reproduzida em diversos outros estados”, explicou. “Autoridades brasileiras também estão organizando mais treinamentos relacionados ao tráfico.”O Departamento de Estado do EUA trabalha com outros governos para aumentar a conscientização sobre o problema e auxiliar na aplicação da lei.“[A exploração sexual] ocorre todo dia em todos os países do mundo, e estima-se que cerca de 27 milhões de homens, mulheres e crianças sejam vítimas desse crime”, disse CdeBaca. “Cada ser humano vivendo sob o jugo da escravidão moderna é vítima de um tipo de exploração que não tem lugar no século 21.”Nos Estados Unidos, a deputada republicana Ann Wagner, que representa uma área da cidade de St. Louis, no estado de Missouri, disse que o problema vai além dos eventos esportivos. Estima-se que 300.000 menores com idade média de 13 a 14 anos corram risco de serem traficados nos EUA, afirmou.Ann Wagner incentivou os parlamentares a aprovar uma lei antiexploração sexual e a destinar mais recursos ao problema.“Isso está se ocultando à vista de todos”, disse. “Somente através do aumento da conscientização, de recursos e medidas legislativas teremos um dia uma sociedade que proteja suas vítimas mais vulneráveis da exploração sexual e da escravidão.”

 



Fonte: infosur hoy



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