Cuiabá MT, 20 de Outubro de 2017 - São
 

Cidade
  Mato Grosso
  Brasil
  Sociaedade
  Curiosidade
  Polícia
  Política
  Justiça
  Variedades
  Esporte
  Coluna
  Opinião
  Artigo

Newsletter
Nome:
<

Email:
<
<
<
<
<
<
<

Parcerias
<
<
<
<
<
<
<
<
<

Denúncias
<
<
<
<
<
<
<
<

<
<
<
<
<
<
<
<

<
<
<
<
<
<
<
<

<
<
<
<
<
<
<
<

  MP diz que foi barrado por investigar colarinho branco e critica magistrado  
  01/02/2014 - 09:54  
 O coordenador do Gaeco Marco Aurélio e o promotor do Núcleo de Defesa do Patrimônio Público e da Probidade Administrativa, Mauro Zaque, criticaram a decisão do desembargador Juvenal Pereira dizendo que os argumentos apresentados para suspender a Operação Aprendiz estão ultrapassados. 

 Victor Cabral

 

Jonathan Dourado

 

marco-aurelio-mauro-zaque-mp-gaeco-jonathan.jpg

 

MP critica decisão do TJ e diz que foram barrados por investigar colarinho branco

O coordenador do Gaeco Marco Aurélio e o promotor do Núcleo de Defesa do Patrimônio Público e da Probidade Administrativa, Mauro Zaque, criticaram a decisão do desembargador Juvenal Pereira dizendo que os argumentos apresentados para suspender a Operação Aprendiz estão ultrapassados. A ação foi deflagrada no ano passado contra o ex-presidente da Câmara João Emanuel (PSD), acusado de promover esquema de desvio de dinheiro público no Legislativo.Os promotores disparam ainda que a atuação do MPE só é questionada quando as investigações são focadas em crimes cometidos por pessoas com influência, os chamados "colarinhos brancos".Questionados se a investigação contra João Emanuel poderia não ser concluída, o coordenador é enfático: “Dessa pizza nós [Ministério Público] não faremos parte”. Diante disso, eles disseram, nesta quinta (30), que as investigações cíveis do Gaeco contra o ex-presidente vão continuar até que o MP seja notificado da decisão do magistrado e vão entrar com recurso. “Esperamos que o Tribunal de Justiça possa rever a decisão”, frisou Mauro Zaque. Um dos argumentos do desembargador no parecer é o de que o Ministério Público não tem poder de investigação, além de a Operação não ter contado com a participação da Polícia Judiciária Civil. Mauro Zaque aponta que o parecer é uma forma de "ressuscitar cadáver sepultado", pois essa discussão já está encerrada. "Não passava de uma cortina de fumaça", salienta.

Investigação na Câmara

O Ministério Público pondera que a decisão do magistrado não invalida o processo de cassação do ex-presidente da Câmara, que tramita no Legislativo e garante que o vídeo em que João Emanuel aparece negociando a regularização de um terreno particular pode ser usado pela Comissão de Ética. A negociação foi gravada pela dona de uma gráfica. “O vídeo foi produzido pela vítima. Todas as provas levantadas pelo Gaeco são legais”, ponderou Marco Aurélio.Na Câmara há uma Comissão de Ética para investigar se o social-democrata se utilizou do cargo para beneficio próprio ou de terceiros, o que caracteriza improbidade administrativa. Após ser notificado que existe um processo que pode levar a cassação, o social-democrata terá 15 dias para apresentar defesa. Logo após a defesa do ex-presidente, o relator da Comissão, vereador Ricardo Saad (PSDB), contará com outros 15 dias para produzir um relatório, que será apresentado em plenário. Cabe ao tucano decidir se as investigações contra João Emanuel continuarão por conta do grupo ou se será criada uma Comissão Processante. Caso seja instalada a Comissão Processante haverá um sorteio para definir quem irá formá-la. Os membros teriam até 120 dias para dar um parecer. A Comissão de Ética tem mais Toninho de Souza (PSD) como presidente e Allan Kardec (PT) membro titular. Eles têm 92 dias para concluir a investigação.

Vídeo será usado como prova contra João Emanuel até que Justiça permita



Fonte: RDNEWS



Compartilhe essa notícia



Comentários ( 0 )

Notícia sem comentários.
Faça seu comentário agora.
 

Site Lucio Dia e Noiter já teve 801555 Acessos
Sua empresa ainda não tem site? clique aqui
<
<
<
<
<
<
<
<
<
<
<
<
<
<
<
<
<
<
<
<
<
<
<
<
<
<
<
<
<
<
<
<
<
<
<
<
<
<
<
<
<
<
<
<
<
<
<
<
<
<
<