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  CUIABÁ SEM JOGOS DO MUNDIAL? Dono de construtora denuncia calote de R$7 milhões do governo Silval Barbosa para empreiteiras que tocam obras da Copa e  
  29/01/2014 - 14:53  
 As obras da Copa Pantanal em Cuiabá e Várzea Grande estão paradas, ou quando muito, em rítmo de "cágado". Várias empreiteiras já abandonaram canteiros por conta de CALOTES BARBOIANOS, que originaram suspensão do pagamento de funcionários, aquisição de materiais necessários, tipo cimento, estruturas metálicas, locação de máquinas, etc.... Poucos (por receios ou ameaças) tem coragem de denunciar. 

 

COT Barra do Pari: No detalhe, o empreiteiro Robério Garcia

As obras da Copa Pantanal em Cuiabá e Várzea Grande estão paradas, ou quando muito, em rítmo de "cágado". Várias empreiteiras já abandonaram  canteiros por conta de CALOTES BARBOIANOS, que originaram suspensão do pagamento de funcionários, aquisição de materiais necessários, tipo cimento, estruturas metálicas, locação de máquinas, etc.... Poucos (por receios ou ameaças) tem coragem de denunciar. Duas dessas importantes obras que  são os Centros Oficiais de Treinamento (COT),  em Várzea Grande e  Cuiabá correm risco de estarem inacabadas dentro do prazo dado pela FIFA. E o empreiteiro representante dos Consórcios do Pari e Campus Universitário, Robério Garcia, filho do ex-governador Garcia Neto, em entrevista ao site cuiabano RepórterMT, denunciou o CALOTE de R$7 milhões do Governo do Estado para com as empresas responsáveis pelas obras dos centros de  Barra do Pari (VG) e da UFMT(CBA). O Consórcio do Pari é formado pelas empresas Engeglobal Construções e Ltda., Três Irmãos Engenharia Ltda. e Valor Engenharia. Já na obra do COT UFMT as empresas Engeglobal Construções e Ltda. e Três Irmãos Engenharia Ltda. formam o consórcio. Segundo ele “o Estado tem sistematicamente atrasado no pagamento, isso impacta negativamente na vida da empresa e no andamento das obras”. O empreiteiro afirmou que a ligação entre as empresas e o Governo Estadual é feito através da Secretaria Extraordinária da Copa do Mundo de 2014 (Secopa).  De acordo com Robério, a responsabilidade pelo pagamento é da secretaria. “Falamos com a Secopa, ela é a contratante, não sou funcionário público, por isso, tenho que falar diretamente com a secretaria, é ela tem que levar o problema ao governador”.A denúncia de Robério Garcia foi feita após a visita do ministro da Aviação Civil, Wellington Moreira Franco (PMDB), ao aeroporto Marechal Rondon, que acabou dando NOTA 5 para o governo Silval Barbosa no tocante ao andamento da obra. O consório, no qual Robério é o presidente, foi bastante criticado pelo atraso da ampliação e reforma do terminal aeroportuário, com apenas 40% dos serviços concluídos. O ministro espera que até o fim de março, a área de embarque e desembarque esteja pronta para ser usada.

 



Fonte: Cacetão cuiabano



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