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  TRF DESMASCARA FUNAI, ANTROPÓLOGOS E ONGs SOBRE TERRA INDÍGENA FALSA.  
  13/12/2013 - 13:21  
 Kalixto Guimaraes/Correspondente do Araguaia  
Calixto

      A anulação do laudo antropológico de Inês Rosa Bueno, desmacara a FUNAI e todos os personagens que ao longo dos anos, vem enganando os Tribunais, inclusive, os  dois bispos desmiolados e insanos da Prelazia de São Félix do Araguaia, Casaldáliga e Rixen, que subscrevem uma nota criminosa incitando os xavantes ao ataque e ao confronto direto com os habitantes da localidade.

Sob a defesa cerrada e bem formulada pelo advogado Luiz Alfredo Feresin, que cuida da polemica demanda Suiá-Missú/Maraiwatsede, área onde a FUNAI, pressupõem ser terra indígena xavante, localizada nos respectivos municípios matogrossense de Alto Boa Vista e São Félix do Araguaia, o Tribunal Regional Federal,TRF da 1ª Região, acaba de anular mais um laudo fraudulento confeccionado pela antropológa  Inês Rosa Bueno. Esse é um clássico exemplo comportamental de servidores e agentes públicos relapsos ao cumprimento de suas funções pois, foi com o juízo baseado em informações e dados falsos contidos nos autos processuais da Ação Civil Pública, impetrada pela FUNAI E MPF, mais os laudos antropológicos forjados e  "mal" montados pela "ANTAprológa" Rosa Bueno e outros,  que o TRF/MT, sentenciou a parte acusada, inclusive, o próprio, governo de Mato Grosso, por ter distribuído os títulos agrários, que originou a grande e internacioal fazenda Suiá-Missú, nos anos sessenta do século passado. Sendo a perícia técnica e antropológica,  peça determinante para a identificação e criação de áreas indígenas, a antropóloga, Inês Rosa Bueno, praticamente, induziu os juízes do TRF/MT, a uma decisão errônea, pois, a referida doutora, foi mais do que parcial em seu "relatório sentimental," tão carregado de subjetividades pessoais decorrentes de sua "vivência temporaria" com o povo xavante. Membra da Associação Brasileira de Antropologia, ABA, que por sua vez, é conveniada com o MPU e FUNAI, autores e parte interessada da Ação, ficou obvio o enredo falso e tendencioso da perícia da "doutora," que segundo a defesa,"deixou de gravar em vídeos e fotos os sítios arqueológicos existentes, curiosamente, todos fora da área demarcada pela FUNAI, mais os depoimentos testemunhal das dezenas de habitantes "não índios," pioneiros ainda vivos, que residem na localidade." Tal falha técnica fundamentou a arguição do doutor Feresin e também, a decisão dos desembargadores que optaram pela anulação de mais um laudo pericial feito sob encomenda e fedendo a pura fraude.
     Pela mesma razão, o primeiro relatório antrolopológico feito a vinte anos atrás, foi anulado e o que se espera, é que a doutora Inês Bueno, seja punida com a cassação de seu registro profissional por ter contado uma "estorinha de mentirinha," em um caso tão sério e conflitante com este. Assim a  sentença proferida pelo Juíz federal, José Pires da Cunha, no polemico processo de nº 95.0000.679-0, anulando os titulos de propriedade emitido pelo estado de Mato Grosso, e ainda, o Registro Torrens da lendária fazenda Suiá-Missú, reconhecido pelo próprio governo federal, mais a determinação sumaria de despejo dos produtores rurais que ocupam a dita área, em detrimento da reserva maraiwatsede, vai perdendo o  seu valor sentencial e de ordem judicial.
     A anulação do laudo desmacara a FUNAI e todos os personagens que ao longo dos anos vem enganando os Juizes dos Tribunais e tendo os indígenas apenas como massa de manobra, inclusive, os  dois bispos desmiolados e insanos da Prelazia de São Félix do Araguaia, Casaldáliga e Rixen, estrangeiros que torcem para ver o Brasil, desmoralizado perante o cenário internacional. Para muitos, a nota subscrita pelo bispo aposentado Pedro Casaldáliga e pelo administrador da Prelazia, Eugênio Rixen, é praticamente um grito de guerra e de morte! Uma incitação explicita a violência e de crime contra a humanidade. Veja o que disseram os dois "bispos sanguinários," no paragráfo final da tal nota de repúdio endereçada aos xavante e contra a população local e o próprio TRF - "Nós apoiamos a resistência dos Xavante, que têm reiterado sua disposição de jamais sair de sua terra ancestral, mesmo que lhes custem as vidas; e Repudiamos esta decisão dos senhores Desembargadores do Tribunal Federal da 1ª Região." Mais uma vez, eles confessam e propagam o ódio  regimental e fundamentalista da radical teologia da libertação, que tem na barbarie coletiva seu principal mandamento.



Fonte: Calixto Guimaraes/correspondente do Araguaia



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