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  Repassando... Mensagem encaminhada pelo Jackson Luiz Machado.  
  20/11/2013 - 16:43  
 Repassando... Mensagem encaminhada pelo Jackson Luiz Machado.  
lucio

VAMOS CONHECER UM POUCO DA HISTÓRIA DO BRASIL

 

 

     Carta de Paulo Figueiredo - Filho do Ex- Presidente Figueiredo – a um amigo sobre  a negativa de seu pai em promover uma Copa no Brasil. RESPOSTA A SEU AMIGO FLÁVIO Flávio. De repente, hoje eu comecei a receber uma enxurrada de mensagens mencionando esta história. Sou, evidentemente, o cara mais suspeito para tecer considerações sobre qualquer matéria que faça juízo de valor a respeito de meu pai, especialmente em atos do seu governo. Mas sobre este episódio, especificamente, não posso me furtar a lhe dizer, e com certeza absoluta, que o que está relatado é totalmente verdadeiro. Até porque, veja você, calhou de eu estar presente no mencionado encontro. Tinha acabado de vir do Rio, e fui direto para a Granja do Torto ver os meus pais, como eu sempre fazia assim que chegava em Brasília. Soube que o "Velho" estava reunido com o Havelange, no gabinete da residência. Como sempre tivemos com ele uma relação muito cordial, me permiti entrar para cumprimentá-lo e dar-lhe um abraço. "- João e João! Esta reunião eu tenho que respeitar!", brinquei irreverente, dele recebendo um carinhoso beijo. (Havelange sempre teve o hábito de beijar os amigos). Ia, logicamente, me retirar, mas papai me deixou à vontade: "- Senta aí, estamos falando de futebol, que é coisa que você adora". Fui logo sacaneando: "Vocês já descobriram um jeito de salvar o Fluminense?" (risos - os dois eram tricolores roxos). "- Ainda não, mas vamos chegar lá. Estamos conversando sobre Copa do Mundo..." Filho, neste momento, o Havelange está me sugerindo realizar a próxima Copa do Mundo no Brasil e eu vou dar uma resposta a ele com o seu testemunho: “Havelange, você conhece uma favela do Rio de Janeiro? Você conhece a seca do nordeste? Você conhece os números da pobreza no Brasil? Com essa realidade, você acha que eu vou gastar dinheiro com estádio de futebol? Não vou! E, enfie essa tal de Copa do Mundo no buraco que você quiser, que eu não vou fazer nenhuma coisa destas no Brasil! O Velho não concordava que o país despendesse quase um bilhão de dólares (valor abissal para os números daquela época) para tentar satisfazer o caderno de encargos da FIFA, principalmente diante do quadro de enorme dificuldade financeira que o Brasil atravessava. Uma situação cambial dramática, resultante de um aperto histórico na liquidez internacional - taxa de juros internacionais de 22% a.a, barril de petróleo a 50 dólares no mercado spot - agravada pela necessidade de se dar continuidade a um importantíssimo conjunto de obras de infraestrutura. Muitas delas iniciadas, diga-se de passagem, em governos anteriores, mas que não poderiam ser paralisadas por serem realmente de vital importância para a continuidade do nosso desenvolvimento. Realmente, era contrastante com o que se fez (ou melhor, o que NÃO se fez) nos governos seguintes: várias hidrelétricas, começando por Itaipu - até hoje é a segunda maior do mundo, além de Tucuruí, Balbino, Sobradinho, todas com as suas gigantescas linhas de transmissão; conclusão da expansão de todas as grandes siderúrgicas (CSN, Usiminas, Cosipa e outras - que fizeram o Brasil passar de crônico importador para exportador de aço); conclusão das usinas de Angra 1 e 2; um programa agrícola que permitiu que ainda hoje estejamos colhendo os frutos da disparada de produção de grãos - graças à Embrapa, ao programa dos cerrados e ao programa "Plante que o João garante"; um salto formidável nas telecomunicações, até então ridículas; multiplicação da malha rodoviária - a mesma, praticamente, na qual hoje ainda rodamos, só que agora sucateada e abandonada; inauguração de dois metrôs: Rio e São Paulo; instalação de vários açudes no sertão nordestino; a construção de 2.400.000 casas populares, mais do que toda a história do BNH até então, e muito mais. Isto é apenas o que eu me lembro de agora, ao aqui escrever rapidamente. Em resumo: naquela época, o dinheiro dos impostos dos brasileiros, simplesmente, destinava-se ao desenvolvimento do país. Mas, para concluir, já falando do presente: o que se está fazendo com o povo brasileiro é simplesmente criminoso. Só que a roubalheira na construção dos estádios é apenas a ponta do iceberg. Só chamando um Aiatolá para dar jeito, mesmo. Grande Abraço, Paulo Figueiredo Obs.: 1 - Paulo Figueiredo é filho do ex-presidente João Figueiredo. 2 - Por dever de justiça, é de se ressaltar que o Presidente João Figueiredo morreu pobre. Anos após morreu sua esposa, D. Dulce nas mesmas condições. Seu filho Paulo, hoje trabalha como qualquer mortal e nunca se teve notícia de qualquer negócio fantástico envolvendo seu nome, nem tampouco, que enriqueceu no governo do pai

 

 

              PONTO DE VISTA NOSSO!

  

   Como se pode perceber a realização da copa do mundo de futebol aqui no Brasil quarenta e tantos anos lá atrás, quando o Presidente da Republica, era o General João Batista Figueiredo, e na ocasião recebeu o senhor João Havelange em seu gabinete que foi ali para propor ao chefe da nação que esse consentisse a realização da copa do mundo de futebol no Brasil e o Presidente Figueiredo se recusou a promover o evento por entender que o Brasil tinha outras prioridades infinitamente mais importantes nos mais diversos campos do desenvolvimento social como de fato ficou provado.

    Agora que já se passaram mais de quarenta anos, se observa como disse o filho do ex Presidente General, senhor Paulo Figueiredo, a desenfreada roubalheira com gastos bilionários na construção de estádios de futebol e outras obras para satisfazer as exigências da FIFA, está sangrando de forma brutal a economia do povo brasileiro que paga impostos para enriquecer a malandragem brasileira e seus prepostos representados pelos milhares de e gatunos que estão recheando as contas bancarias dos beneficiários do elenco de tramoias que são levadas a efeito pelo Brasil afora.

  Meter a mão no dinheiro arrecadado do povo em forma de tributos, que deveria ser investido em saúde, segurança, educação, moradias, e outras tantas necessidades inadiáveis para atender as necessidades do povo no Brasil, é a meta estabelecida sobre o pressuposto de promover a infraestrutura das cidades onde vão ser realizados os jogos da copa do mundo.

 

    A pergunta é simples: qual o benefício real que o povo brasileiro vai usufruir de tal evento? A resposta é simples: “Um pé que chuta vale mais que as cabeças que pensam no Brasil”! Falei que pensa no Brasil. Entenderam? Alias ao que se pode perceber o ex-presidente Figueiredo foi o ultimo dos chefes de estado do nosso território que pensava nas carências do povo, e entendia que para melhorar a vida dos brasileiros era imperioso trabalhar de forma séria e proba para colocar o Brasil na rota do desenvolvimento. Figueiredo foi absolutamente contra a ideia de promover a copa do mundo no Brasil e mandou Havelange “enfiar a copa do mundo no buraco que quisesse”! O Presidente João Figueiredo morreu pobre, sua esposa também e seu filho Paulo Figueiredo é um cidadão que até hoje trabalha como qualquer outro cidadão para viver, ao contrário de muitos outros indivíduos “filhos do poder” que desfilam garbosos como se fossem herdeiros de pais magnatas.

  Na verdade são é notórios trambiqueiros aproveitadores de oportunidades casuais que o povo brasileiros na sua santa ingenuidade e diabólica ignorância politica lhes propiciaram por mais de uma vez como foi o caso das duas eleições vencidas pelo senhor Lula, que de simples torneiro mecânico se transformou em um dos homens mais ricos do Brasil. Quem duvidar é bom ler a revista Forbes que lá está  o comentário especializado co0ntantando quanto e onde estão depositados os milhões de dólares aquinhoados pelo referido ex torneiro mecânico sindicalista e Presidente do Brasil. Bem feito para o povo. Pois não é?

 

 

Ivaldo Lúcio é jornalista em Cuiabá.



Fonte: ivaldo lucio



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