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  MEU AMIGO RONALDO CASTRO - O POETA!  
  14/11/2012 - 15:12  
 Por mais atribulado que possamos estar no dia a dia do nosso ofício, nem mesmo assim é possível esquecer alguém que nos foi e continua sendo caro e muito especial; sua participação em nossa vida sempre vai estar presente, mesmo após sua morte. 

Por mais atribulado que possamos estar no dia a dia do nosso ofício, nem mesmo assim é possível esquecer alguém que nos foi e continua sendo caro e muito especial; sua participação em nossa vida sempre vai estar presente, mesmo após sua morte.

É o caso do meu amigo e companheiro de muitas lutas jornalísticas em favor do bem, da verdade, e da liberdade de expressão nossa individualmente e também coletiva. Refiro-me ao ínclito jornalista editorialista e poeta, Ronaldo de Arruda Castro, com quem trabalhamos muitos anos sempre dialogando, trocando ideias, e aprendendo primorosas lições com o inesquecível mestre. Sua gloriosa carreira profissional no jornalismo, não poderia ter outro lugar para seu abrigo final, senão na Academia Mato-grossense de Letras.

Foi ali onde fui velar o corpo do meu dileto amigo. Quem me telefonou avisando que ele tinha viajado para o outro plano foi J. Maia, que inclusive já foi se encontrar com o poeta. Aliás, posso até dizer que lá aonde eles se encontram, já devem, por suposto terem organizado uma redação para onde imagino ir batalhar junto com eles, assim que for chamado.

Devo acrescentar ainda, que para que eu possa chegar lá careço que me mandem a passagem, pois se eu depender para comprar o tíquete da viagem com que consigo amealhar aqui, vai levar muito tempo para subir e chegar até onde eles se encontram.

Eu, já cansado como estou, creio até que terei que ficar vagando aqui embaixo sem paradeiro certo. Vixe! Ôpa! Já ia esquecendo: olha aqui, poeta estou lendo tua poesia, Flor dos Aguaçais. Que bela! E mais: Transmita o meu abraço aos demais periodistas que já estão ai. Quanto a mim poeta, pretendo retardar minha ida o quanto eu puder, pretendo permanecer aqui mais algum tempo porque não sei se ai é possível abrir crediário para beber cerveja geladinha, como nos botecos aqui embaixo, e só pagar a conta no fim do mês.

Obs.: Prometo, quando eu subir levar na bagagem uma botelha da branquinha que você tanto apreciava. Inté!



Fonte: Ivaldo Lúcio



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