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  BOSAIPO E RIVA HERÓIS TRANSFORMADOS EM BANDIDOS PELOS XERIFES  
  25/10/2012 - 19:59  
 A história política de Mato Grosso, não conheceu, não teve e nem registrou duas lideranças tão importante como foram os deputados; Bosaipo e Riva. Juntos, eles redesenharam o mapa do Estado. 

KalixtoGuimarães/CorrespondentedoAraguaia

A história política de Mato Grosso, não conheceu, não teve e nem registrou duas lideranças tão importante como foram os deputados; Bosaipo e Riva. Juntos, eles redesenharam o mapa do Estado. Originários do interior sendo; Bosaipo, do Araguaia e Riva, do Nortão, ambos, implantaram um sistema de poder político no Legislativo mato-grossense que desbancou a oligarquia cuiabana, que há séculos, dominava o palácio Paiaguás. Possivelmente, vitimados pela revolução democrática que impuseram aos coronéis e seus bedéis, que antes governavam e mandavam em Mato Grosso, pela força do autoritarismo, Bosaipo e Riva, tidos até bem pouco, como lideres incontestáveis e heróis populares são agora, defenestrados pelos "xerifes da lei," e transformados em meros bandidos. Toda a saga de benfazejos e de construção que esses dois badalados deputados empreenderam pelo povo mato-grossense, é jogada na lata de lixo sem o mínimo de respeito, pesando na balança dos "justiceiros do MPE" e da tropa rancorosa do judiciário estadual, toneladas de parcialidades e uma implicância direcionada, reduzindo Bosaipo e Riva, em simples bodes expiatórios da corrupção política generalizada que assola Mato Grosso.
Não há dúvidas de que uma rede secreta e muito bem tecida de conspiração foi montada para destruir esses dois grandes líderes, objetivando impedir a ascensão destes ao topo do comando político-administrativo do estado. Humberto de Mello Bosaipo e José Geraldo Riva, vieram das camadas populares, foram eleitos pelo povão do interior e fizeram do parlamento estadual uma trincheira de luta permanente em prol dos interesses regionais, correspondendo à altura, os anseios e as expectativas dos milhares de votos que recebiam a cada eleição. Enquanto Bosaipo fervilhava o vale do Araguaia, com projetos animadores de desenvolvimento criando dezenas de municípios onde ele afirmava que; "A emancipação dos distritos obriga o Estado, a realizar
investimentos maiores que resultam em benefícios diretos a comunidade, além de torná-los em fortes vetores de crescimento socioeconômico." Com essa máxima, o ex-deputado HB, transformou na década de noventa, uma dúzia de vilarejos espalhados pelo Araguaia afora, nos promissores e potenciais municípios que hoje, constitui a geopolítica regional. Da mesma forma, o deputado Riva, parceiro de Bosaipo e adepto da política municipalista, fazia nos ermos do Nortão. Vários povoados, foram emancipados e com o status de município, passaram a participar diretamente do bolo orçamentário estadual e federal, obtendo melhorias imediatas tanto em infra-estrutura básica, como em qualidade de vida para as suas populações.
Com cinco mandatos consecutivos, Bosaipo, já era uma lenda, um ícone da política mato-grossense. Sua trajetória meteórica na política estadual desbancava velhos caciques de "chapa e cruz," e preocupava os adversários. Em 1998, seu nome figurava em primeiro lugar na lista das pré-candidaturas ao governo de Mato Grosso, foi então, que deram inicio ao
plano
macabro de sua crucificação. Os dossiês programados contra HB e Riva, foram jogados na mídia e como um furacão varreu de vez, o mito HB, que ancorado no TCU, ainda, tenta se manter de pé. Quanto a José Geraldo Riva, este foi para o seu sexto mandato com uma votação recorde no pleito de 2010. Destemido e cônscio da legitimidade institucional e democrática do cargo que ocupa, como deputado e presidente da Assembléia Legislativa de Mato Grosso, Riva, ostenta o seu nome como sendo um dos fortes concorrentes a ocupar a cadeira do Palácio Paiaguás, em 2014. Mesmo tendo em seu encalço, a perseguição implacável e implicante de parte da cavalaria do Judiciário e do MPE, Riva, avança velozmente, na pradaria política sem olhar para traz. Neste cenário inóspito, os expectadores desse filmete barato, torcem para que o mocinho escape ileso, pois a crítica popular e o baú das opiniões divergem muito sobre o que pesa mais; se é as “calçinhas de seda” penduradas no varal da Assembléia ou o “escândalo dos maquinários”no salão do Paiaguás.



Fonte: Selzy Quinta



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