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  Após três anos FUI À CASA DO SÍDNEY E SENTI A PRESENÇA DA JANETE!  
  13/08/2012 - 10:54  
 Nesse dia dos pais Janete completaria 47 anos de uma vida cheia de ternura, alegria, amor e também muitos problemas de ordem familiar. Ela sempre se queixava de alguns dos seus parentes próximos que não a entendia. Louca? Nem pensar! Janete era uma pessoa ativa, inteligente e trabalhadora. Essa é a verdade!  

 

Nesse dia dos pais Janete completaria 47 anos de uma vida cheia de ternura, alegria, amor e também muitos problemas de ordem familiar. Ela sempre se queixava de alguns dos seus parentes próximos que não a entendia. Louca? Nem pensar! Janete era uma pessoa ativa, inteligente e trabalhadora. Essa é a verdade! 
 Esse registro precisa ser feito, pois se trata de fatos concretos que não podem, nem devem ser empurrados para debaixo do tapete. Quem sabe se minha dileta amiga tivesse tido por parte da sua parentalha um pouco mais de compreensão, até hoje estivesse entre nós. Certamente estaria! Para mim e na minha modesta opinião, a “bruxa” (como era chamada por alguns amigos) não se foi, continua entre aqueles que a amavam de verdade. Eu senti sua presença nesse Domingo, Dias dos Pais quando estive na sua vivenda.
Foi muita emoção, que misturada com saudades me umedeceram os olhos e embaçaram a visão. E o Sídney? Bem, esse negão, de tirar o chapéu, provavelmente nunca mais será o mesmo, em que pese está se esforçando para se manter com o equilíbrio de que sempre foi dotado. Força companheiro!
De repente, o destino resolveu não se sabe por qual motivo, quebrar o laço de ternura que unia vocês dois, e num ato extremo de absoluta loucura (só pode ter sido isso), você decidiu nos privar da sua presença e ternura, bem como da alegria que você irradiava naquele espaço bucólico, em que tantas vezes nos reunimos para comemorar teu aniversário ou do teu companheiro, com a presença de uma legião de amigos que rodeavam o casal. Dessa vez fui ali, quase como se fosse levado por uma força estranha, fui atendendo o carinhoso convite do meu amigo e irmão Sídney Pina, por se tratar do Dia dos Pais. Cheguei, bati palmas no portão e logo apareceu o Sidney de braços abertos como sempre. Após o abraço fraterno entramos na casa onde tantas vezes fui recebido pela Janete, aquela mulher de bem com a vida, sorridente, feliz, em síntese uma anfitriã perfeita.
Ao entrar, a emoção tomou conta de mim e o resultado não podia ser outro, senão embaçar os óculos. Fui pego no contrapé e tive que recorrer ao esporte do alterocopismo para dissimular o sentimento de não mais receber o abraço carinhoso da minha amiga Janete.
Não sei onde ela se encontra agora, mas sei que sua falta aqui causa um enorme vazio em todos aqueles que sempre lhe amaram de verdade. Não me atrevo a incluir nesse universo dos seus admiradores, alguns membros da sua parentalha, à exceção é claro, mas são raras.
Se todos a tivessem tratado com o carinho que ela merecia receber, certamente Janete ainda estaria aqui entre nós. Por último devo dizer que o Sídney foi um exemplar companheiro daquela linda criatura, que esteja onde estiver sempre vai ser lembrada com carinho por todos aqueles que a amavam como ela era. Beijo fraterno e saudoso, “bruxa”! 

      

 


Fonte: Da Redação



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