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  Editorial: MONTEZUMA: QUEM FOI COMO FOI O QUE É.  
  08/06/2012 - 12:27  
 Nosso Montezuma, o Cruz, também é sacerdote, só que nosso Monte exerce seu sacerdócio no mais puro e ético jornalismo.  

Por Ivaldo Lúcio

Montezuma foi proclamado Grão

Sacerdote da Civilização

Asteca em 1502.

 Nosso Montezuma, o Cruz, também é sacerdote, só que nosso Monte exerce seu sacerdócio no mais puro e ético jornalismo.

Profissional dos mais sérios e competentes que já caminharam pelas trilhas de Mato Grosso em busca das noticiais que foram publicadas nos mais diferentes veículos, tenha sido aqui da província, ou na chamada grande imprensa, suas matérias sempre foram aplaudidas por todos que passearam os olhos nos textos de sua lavra.

       Tive o prazer de ter trabalhado com meu confrade Montezuma Cruz nos idos dos anos 80 no Jornal Correio da Imprensa de saudosa memória quando ali na Travessa do Limoeiro, Bairro do Porto, se juntavam diariamente os mais notáveis jornalistas Mato-Grossenses a exemplo de Ronaldo de Arruda Castro que atendia pelo pseudônimo de poeta, José Eduardo do Espírito Santo, (o gago), Arnaldo Camarão, Sara Brasília Brunini, Gessy Taborda, Gilson Duarte de Barros, José Calisto de Alencar, Marta Arruda, Gleize Tavares, Vanessa de Oliveira, e dezenas de outros jornalistas fotógrafos e gráficos que mantiveram por vários anos o CI nas bancas. O CI era sempre o jornal mais lido e respeitado pelos mato-grossenses que tinham no J. Maia o mais destemido dono de jornal, ele o Maia sempre batia de frente com o pessoal que mesmo nos vigiava e nossos artigos recebiam permanentes censuras, muitas vezes era necessário substituir uma excelente matéria por uma ridícula receita de bolo.

Era difícil trabalhar daquele jeito, mesmo assim vez por outra era possível conseguir driblar a vigilância dos agentes do DOPS.

Eles não davam trégua nem folga, ficavam o tempo inteiro bisbilhotando na redação para flagrar um dos companheiros que resolvesse dizer o que eles não queriam que fosse dito

Montezuma Cruz era um dos jornalistas mais audaciosos e com seu jeito inquieto sempre conseguia dar o nó nos homens da lei e quando menos se esperava saia um cacete de arrancar pica pau do oco no lombo dos milicos. Quando isso acontecia, o Monte sumia uns dias e quando a poeira baixava, ele retornava cheio de novas idéias, na maioria delas de cunho absolutamente literosubverssivo, (noologia nossa).

Na verdade o nome de batismo Montezuma é Célio Munhoz, agora se atreva chamá-lo assim, você vai ver a reação do velho sacerdote.

Um dia desses fomos ao aeroporto Marechal Rondon encontrar o Monte que estava de passagem por Cuiabá rumo ao Acre Rondônia e Amazônia onde ia fazer uma serie de matérias com os habitantes do continente verde, de lá ele mandou preciosos registros do que acontece longe bem longe dos olhos da lei.

 É desse tipo de trabalho que o monte é apaixonado, ele já trabalhou com deputados, senadores, ministros, todos esses personagens aqui citados ofereceram ao Monte as melhores condições de trabalho, salas decoradas com ar refrigerado, secretarias maravilhosas e tudo mais que o poder pode oferecer a um profissional de alta categoria e acima de tudo confiável, mas todos esses empregos que poucos correm atrás alucinadamente, o Monte dispensou todos para se embrenhar nas aldeias indígenas, nos acampamentos dos sem terra, mata adentro onde eventualmente esteja acontecendo uma derrubada de madeira na ilegalidade, lá você pode encontrar esse grande periodista registrando os acontecimentos para mostrar tudo da forma mais imparcial que se possa imaginar.

 É desse tipo de jornalista que o Brasil e seu povo consciente precisa, esse tipo de jornalista está em pleno processo de extinção na nossa imprensa.

Por todos os motivos aqui elencados, é que considero Montezuma Crus, um jornalista impar!

Ele como o Montezuma que em 1502 foi proclamado Grão Sacerdote da Civilização Asteca, também merece a distinção de ser chamado de sacerdote do jornalismo brasileiro.  Pois não é?  Sem duvida!      

 

Ivaldo Lúcio é Jornalista em Cuiabá. 



Fonte: Ivaldo Lúcio de Oliveira



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