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  SHOW PIROTÉCNICO PARA DESMORALIZAR BOSAIPO?  
  04/06/2012 - 13:11  
 SHOW PIROTÉCNICO PARA DESMORALIZAR BOSAIPO? 

 

Como cidadãos comuns podem fazer considerações, as mais diversas, sem pedir licença a ninguém? Sem duvida! É opinando livremente, naquilo que entendemos estranho, que devemos agir quando imaginarmos que agentes públicos estão agindo fora do que determina os mandamentos da lei. É dever de qualquer cidadão externar sua opinião de forma explícita, sem rodeios ou temor, afinal estamos ou não, vivendo sob o regime democrático? Lutamos muito para conseguirmos implantar o pleno estado de direito no Brasil. No caso especifico é isso o que podemos entender dentro das limitações dos nossos conhecimentos jurídicos.  Parece-nos que a decisão, do Juiz que anulou a posse do ex deputado Humberto Mello Bosaipo, no TCE, é absolutamente um caso típico de perseguição política. Ou não seria isso? Mas imaginemos a seguinte situação: o que poderia acontecer a um cidadão comum, que tivesse que ser julgado por um juiz raivoso? Fosse o tal cidadão um homem humilde, cometido qualquer desvio de conduta nessa ou naquela função que exerceu como agente da administração pública? Por suposto o raivoso juiz lhe aplicaria não apenas uma dura pena, mas sim, e especialmente a desmoralização perante a sociedade. Uma forma cruel de penalizar o cidadão perante sua própria família, especialmente diante dos filhos, que vendo o nome do pai ou da mãe esculachado nas manchetes de jornais, revistas, rádio, e televisão, acabam sendo objeto de visitação pública na rua, na escola, e nos locais onde freqüentam no dia a dia. Tal pena é muito mais acentuada quando tal penalidade é aplicada num homem que já exerceu altos cargos e por diversas vezes na vida pública. Esse é o caso especifico do senhor Humberto Mello Bosaipo, advogado e jornalista na vida privada, bem como político, que fez uma brilhante carreira, diria até estonteante como se pode verificar nas linhas abaixo. Eleito deputado estadual pelo voto soberano do povo de Mato Grosso por cinco vezes consecutivas, o senhor Humberto Mello Bosaipo, após cinco mandatos de Deputado e de ter sido eleito Presidente do Parlamento e Primeiro Secretário da Casa por várias vezes, também assumiu o cargo de Governador do Estado, por ocasião de uma extensa viagem de trabalho do titular do cargo em visita a vários países que percorreu. Posteriormente Humberto foi indicado pelo Parlamento para assumir a vaga de Conselheiro do Tribunal de Contas de Mato (TCE). É natural que uma carreira assim como a de Bosaipo, desperte a inveja de alguns elementos que gostariam de estar no lugar dele. O MPE na sua “santa missão” de denunciar tudo e todos que entende ter cometido esse ou aquele desvio de conduta no exercício do cargo que ocupa, tem se ocupado com esmerado zelo em denunciar atos que considera espúrios,  enquadrado como improbidade cometida por Bosaipo ao longo da sua carreira, e numa parceria bem organizada com setores do Judiciário vem obtendo êxito a ponto de nesse mais recente episódio sobre os atos de HB conseguir o que ninguém poderia imaginar. O magistrado em tela, simplesmente anulou a posse de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado. Curioso, é que muitas outras autoridades de Mato Grosso já promoveram enormes danos ao erário e até aqui o MPE nada fez para castigar os faltosos. Um dos casos mais glamuourosos foi o superfaturamento dos maquinários da era “Mágica”. Tudo foi empurrado pra debaixo do tapete sem que até o momento qualquer um dos implicados tenha sido penalizado efetivamente. Apenas rumores conversas fiadas foram e têm sido a tônica perante as autoridades. E os tais incentivos fiscais promovidos no mesmo período? Segundo foi divulgado recentemente Mato Grosso teria perdido algo em torno de um bilhão de reais. E a trambicagem dos precatórios? Por Deus, não toquem nesses assuntos se não pode morrer mais alguém. Investigaram o caso Auro Ida? Nada! Ele sim sabia das coisas. Segundo os rumores, por isso o jornalista teria sido abatido de forma absolutamente covarde, sob o pressuposto de estar envolvido com uma “piriguete da periferia”. Argumento burro e preconceituoso. Alguém foi pra cadeia? Não foi nem vai!  Agora querem colocar no xilindró HB e na seqüência quem sabe, também tentem empurrar Riva para a mesma vala comum. Apenas esses dois senhores são alvos das mais duras campanhas de difamação. Humberto Bosaipo e José Geraldo Riva têm sido constantemente objetos dos mais desabonadores comentários oficiais, ambos estão sempre na mira do armamento pesado apontado para eles, na eminência de num momento qualquer alguém apertar o gatilho e derrubá-los de forma irremediável.  O que significa isso? Na nossa visão cidadã isso é nada mais nada menos que perseguição política, a cargo da tartufagem de arrivistas invejosos. Ou não seria isso?  Quanto à medida judicial que pretende afastar Bosaipo da vida pública para sempre, isso será assunto que as instancias superiores do Judiciário irão julgar. Esperamos       que isso seja feito de forma decente e que tais julgamentos obedeçam a critérios éticos para que isso seja feito sem prepotência ou raiva. Pois não é? Por suposto sim!     
Ivaldo Lùcio é jornalista em Cuiabá.


Fonte: Redação



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